Acompanhar o desenvolvimento das crianças é uma das experiências mais gostosas que pais e mães vivem. Conforme os anos vão passando, eles vão mudando, aprendendo coisas novas e crescendo. Mas, como nem tudo são flores, surgem muitos impasses como a constante necessidade de troca das roupas infantis.

Eles se desenvolvem e perdem constantemente as peças, que se tornam pequenas. Inventam atividades novas, descobrem os ídolos e passam a construir uma personalidade própria. Tudo isso se manifesta nas roupas. Neste post, vamos ajudá-lo a entender o que não pode faltar no armário do seu filho.

Para começar: as características dessa fase

A vida da criança entre 4 e 12 anos é repleta de mudanças. Elas começam a conquistar sua autonomia, passam a se vestir sozinhas, a realizar as etapas da própria higiene e já olham o mundo diferenciando o que é fantasia e realidade. Também é nesse momento que se socializam, brincam umas com as outras, formam grupos e começam a se preocupar em agradar esse coletivo. 

Entretanto, mesmo com os amiguinhos entrando em cena, os pais seguem tendo um significado central na vida dos pequenos. Nessa etapa, é comum sentirem vontade de imitar o visual e as atitudes do pai e da mãe.

O período também proporciona para a criança uma relação diferente com os objetos, incluindo as roupas. Passam a interagir com eles, utilizá-los de diferentes formas e a defini-los conforme o uso a que se destinam.

Nessa nova relação, o vestuário começa a se associar com a forma de a criança se socializar e com a cultura que consome. Ela começa a escolher suas peças baseando-se nos grupos, nos pais, na aceitação, em símbolos e personagens de que gostam, remetendo a filmes e desenhos etc.

Roupas infantis indicadas para baixinhos de 4 a 12 anos

Enfim, vamos às dicas. As camisetas são essenciais nessa fase. São práticas, fáceis de combinar e confortáveis. Além disso, são uma forma interessante de expressar o gosto e as preferências da garotada. Invista em estampas divertidas que contenham referências dos ídolos e manias da criança.

O ideal é ter 10 camisetas de manga curta, 5 ou mais de manga longa para o inverno e 5 regatas para o verão. A quantidade não pode ser pequena, pois, nessa etapa de brincadeiras, os pequenos podem se sujar muito.

Ainda pensando na estação do frio, ter uma blusa de lã, além de aconchegante, deixa seu filho bem quentinho. Os moletons também são grandes aliados das mães e pais. Você pode ter um modelo aberto com zíper e um fechado com capuz, de acordo com as necessidades.

As calças e as bermudas também devem ser escolhidas de acordo com as estações, mas não se esqueça de garantir que sejam confortáveis. O jeans e o moletom são dois tecidos com essa característica e que também são fáceis de lavar.

Agora que já falamos das peças mais básicas, vale lembrar que esse período traz bastante atividade social. Sempre há alguma festa da escola ou um amiguinho fazendo aniversário. Por isso, o guarda-roupas deve conter também peças mais arrumadas: vestidos e saias para as meninas; camisas de tecido, uma camiseta de malha de qualidade e mais bonita, uma boa calça para os meninos.

Calçados são igualmente importantes

Ainda não sejam considerados necessariamente roupas, os calçados também precisam ser cuidadosamente escolhidos.

Durante essa fase, as crianças correm muito, brincam, jogam bola e não param um minuto sequer. Para ajudá-los a desenvolver o corpo e as atividades motoras, escolha calçados de qualidade e acordo com as mais variadas situações.

Os tênis são grandes companheiros das crianças, protegem os pés e são confortáveis. Para as férias, chinelos que não se soltem facilmente dos pés. E quando forem às festinhas, podem usar sapatos ou sandálias maleáveis, sapatilhas etc.

Garantindo sempre os itens essenciais para a tranquilidade e a mobilidade deles, fica fácil vesti-los. Na hora das escolhas, você deve valorizar a personalidade que seu filho está construindo, mas lembre-se: quem decide ainda é você. Se ele insistir em uma peça desconfortável, ergonomicamente ruim ou inadequada por outro motivo, explique que, nessa fase, os pais é que sabem o que é melhor para ele.

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